Um jogo impróprio para cardíacos
O jogo de ontem trouxe Mourinho novamente ao dragão. E eu gostaria de lá ter estado, tal como há cerca de oito anos quando também ele, Mourinho orientava o Chelsea e eu quis ir ver o Drogba. Ontem a noite foi mágica. Mística. Porto. Tudo a ver? Ultimamente nem por isso, mas ontem, quem viu o jogo foi impossível não sentir aquilo a que o Porto nos habituou tantos anos. A força, a garra, a coragem, a luta, a persistência, o querer mais, o querer ser mais, o SER MAIS . A bola na trave, a bola no poste, a bola à defesa incompleta do guarda-redes, o ressalto, o cair e levantar e seguir com a bola, a primeira tentativa, a segunda, a baliza. Que jogo! Intenso, emocional. Um André André que deu luta, que apesar de lhe cortarem tantas vezes em falta as manobras, não desistiu, e ganhando ainda mais força fez o fantástico golo de primeira na cara do guarda-redes depois de uma defesa espectacular ainda que incompleta sobre o remate de Brahimi. Teve um Rúben Neves imparável. Um Aboubakar em todo...