RIP Angélico (agora sim infelizmente)


Tinhas um sorriso invejável, quando te via dizia isso imensa vezes. Não ouvia as tuas músicas mas tens letras que dizem muito. Não influenciaste a minha vida, mas a de muitos que te seguiam. Muitos são os que fizeste companhia a noite, porque há muita gente que é isso que procura nas ficções. Marcaste com certeza com a tua músia momentos de muitas vidas. Que o teu sorriso vá sempre longe. Tiveste uma vida bonita. Curta é certo, muito curta para um jovem de 28 anos, bonito, trabalhador, de bem com a vida, lutador, de sucesso e com um futuro promissor. As loucuras são feitas por muitos de nós, mas há que ter a consciencialização que as leis são em todo o caso o que pode enganar um fim trágico.


* btw esta foto é lindíssima, como tantas outras que nos deixa


Descansa em paz. 31-12-1982 -- 28-06-2011

Comentários


  1. Uma morte é sempre triste, ainda mais a morte de alguem tão jovem.
    É uma pena...
    Beijinho

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    1. É verdade. Partir na flor da idade é deveras frustrante. mesmo!
      Beijinho

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  2. A partir do momento em que entras em morte cerebral, já estás morto, porque sem cérebro o corpo não vai funcionar. Por isso é que tens de estar ligado à máquina para ela substituir os impulsos do cérebro. Ora, desde logo foi avançada a notícia que o Angélico estava em morte cerebral. Por isso era uma questão de desligarem a máquina que forçava ainda os órgãos a trabalhar. Isto para dizer que compreendo que alguns jornalistas tivessem avançado com a notícia que estava morto. Apenas foi "mantido" o corpo a trabalhar para que a família ainda se pudesse despedir e que o choque não fosse tão grande. Normalmente é assim. Ontem quando ouvi à tarde dizerem que o estado clínico tinha piorado, percebi logo: já estão a preparar a família para o "desligar" do botão. Hoje de manhã confirmou-se. E creio que é melhor assim.
    Custa muito mais uma morte de alguém na flor da idade do que no fim da vida. Aceita-se com mais facilidade a morte dos avós do que dos filhos. No entanto, gostava que a comunicação social se focasse no lado positivo e pedagógico da tragédia: o único que levava cinto de segurança, foi o que se escapou. É importante passar a mensagem, que as regras são para se cumprir.

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    1. Sabes Vergueiro compreendo isso tudo, mas quando o B. morreu, meu amigo pelas mesmas causas, para mim só o considerei quando desligaram as máquinas e o coração parou de bater, eu tinha consciência que aquele batimento cardíaco só havia porque aquela maquineta o suportava, mas a dor que sentes quando dizem que ele está morto, acabou, e ainda não é dado, dói bastante. Aqui a comunicação social passa os limites, não respeita o momento de dor. Quanto ao cinto, nunca acreditei que o Angélico fosse sem cinto, até porque os carros novos apitam, um carro que estaria á venda não estaria modificado, logo me pareceu pouco verdade que o rapaz fosse a conduzir com aquele pipipi irritante... agora as coisas que se sabem começam a ser outras. Mas vende muito mais dizerem que ele não levava cinto, que ele foi cuspido, que ele levava álcool no sangue etc... É verdade. É a triste realidade. É o preço da fama. Eles os "jornalistas" sabem pôr lá cima uma pessoa, mas a facilidade com que denigrem a imagem de alguém é extraordinária... 

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